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Tecnologia

Tecnologias para detecção de vazamentos

Cada recurso responde a uma pergunta diferente da investigação. Veja o que o teste de estanqueidade, o geofone, a câmera termográfica, o medidor de umidade e o hidrofone mostram, quando fazem sentido e como as evidências chegam ao RELATÓRIO TÉCNICO.

Ilustração em corte de uma casa com rede enterrada e piscina, com cinco pontos numerados onde cada método costuma ser aplicado
Imagem ilustrativa: esquema de onde cada método costuma ser aplicado.
  • Atendimento em todo Mato Grosso
  • Agendamento conforme a cidade e a necessidade
  • RELATÓRIO TÉCNICO
  • Genilson Ramos – Técnico em Edificações

Comece pelo que você precisa saber

A combinação de métodos é definida pela instalação, pelos sinais observados e pelo acesso. Nem todo atendimento usa todos os recursos: às vezes um teste por setor já orienta a próxima etapa; em outros casos, várias evidências são comparadas.

  1. A rede está perdendo água? Em qual trecho?Teste de estanqueidade
  2. A água some, mas não aparece. Onde está a fuga na tubulação enterrada?Geofone
  3. Apareceu uma mancha na parede ou no teto. Por onde começar?Câmera termográfica
  4. Até onde a umidade chegou? Está aumentando?Medidor de umidade
  5. O nível da piscina baixa mais do que o normal. Onde está a perda?Hidrofone
Método 1 de 5

Teste de estanqueidade

A rede está perdendo água? Em qual trecho?

O que faz
Verifica se um trecho isolado da tubulação mantém a condição de teste. Com a rede dividida pelos registros existentes, o resultado separa os trechos que apresentaram perda dos que não apresentaram nas condições do ensaio, e a busca passa a se concentrar onde há evidência.
Quando se aplica
Redes de água, ramais, colunas e circuitos que possam ser isolados por registros ou pontos de acesso, quando a operação permite parar o trecho pelo tempo do teste.
Evidência produzida
Registro dos trechos testados, das condições do teste e do comportamento observado em cada um, indicando quais seguem para a localização.
Limites
Mostra o comportamento do trecho nas condições do teste, não necessariamente o local exato da perda. Os parâmetros são definidos conforme o sistema e pelo profissional responsável.

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Ilustração de um trecho de tubulação entre dois registros fechados, com um manômetro ligado ao trecho em teste
Imagem ilustrativa: esquema do método, não é resultado de ensaio.
Manômetro com escala em mca em conjunto hidráulico com registro, segurado por um técnico.
Manômetro em conjunto hidráulico: exemplo do instrumento. A foto não indica pressão de ensaio, resultado ou duração.
Método 2 de 5

Geofone

A água some, mas não aparece. Onde está a fuga na tubulação enterrada?

O que faz
Amplifica ruídos transmitidos pelo solo, pelo piso ou pela própria tubulação. A escuta comparada em pontos ao longo do traçado ajuda a delimitar a região com sinal mais compatível com fuga e a planejar uma abertura de verificação, quando necessária.
Quando se aplica
Tubulações pressurizadas sob pátios, calçadas, pisos e vias, com traçado conhecido ou reconhecível em campo e ruído do ambiente que permita a escuta.
Evidência produzida
Pontos de escuta e região indicada, marcados em campo e registrados em fotos, para orientar a abertura de verificação.
Limites
Depende de condições adequadas: material da tubulação, pressão, profundidade, tipo de piso ou solo e ruído do ambiente influenciam a escuta. A região indicada é confirmada com a exposição da tubulação.

Serviços relacionados

Técnico da Veloz com fones de ouvido e geofone fazendo escuta técnica, com kit de pressurização e manômetro ao lado
Foto de atendimento da Veloz em hidromassagem: escuta técnica com geofone, com kit de pressurização e manômetro ao lado.
Método 3 de 5

Câmera termográfica

Apareceu uma mancha na parede ou no teto. Por onde começar?

O que faz
Registra em imagem a temperatura das superfícies. Padrões térmicos compatíveis com a presença de água ajudam a escolher onde medir e testar, sem abrir o revestimento para procurar.
Quando se aplica
Paredes, pisos e forros acessíveis, quando há diferença de temperatura suficiente entre a água e os materiais, como em linhas de água quente ou áreas úmidas recentes.
Evidência produzida
Imagens térmicas da superfície acompanhadas de fotos comuns do mesmo ponto, para localizar o padrão no ambiente.
Limites
Não enxerga através das paredes: mostra apenas a temperatura da superfície. Sol, ventilação, revestimentos e reflexos interferem, e o padrão precisa ser correlacionado com inspeção e testes.

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Ilustração de uma parede em corte com tubulação oculta e uma câmera termográfica apontada para a superfície
Imagem ilustrativa: esquema do método, não é resultado de ensaio.
Método 4 de 5

Medidor de umidade

Até onde a umidade chegou? Está aumentando?

O que faz
Mede a umidade presente no material, não a do ar. Com leituras em vários pontos, mapeia a extensão da área afetada e permite comparar medições ao longo do tempo.
Quando se aplica
Pisos, paredes e revestimentos compatíveis com o instrumento, em manchas, rodapés estufados e áreas próximas a banheiros, cozinhas e áreas técnicas.
Evidência produzida
Pontos medidos e área com leituras mais altas, registrados para delimitar onde investigar e acompanhar a evolução.
Limites
A leitura vale para materiais compatíveis. Umidade elevada não prova, isoladamente, a origem da água: ela pode vir de tubulação, de infiltração externa ou de condensação, e é interpretada com outras evidências.

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Ilustração de uma parede com mancha, malha de pontos de medição e um medidor de umidade
Imagem ilustrativa: esquema do método, não é resultado de ensaio.
Método 5 de 5

Hidrofone

O nível da piscina baixa mais do que o normal. Onde está a perda?

O que faz
Escuta sinais acústicos dentro da água, com o sensor submerso, e compara pontos e dispositivos acessíveis da piscina, como retornos, ralos e aspiração, para direcionar os testes do circuito.
Quando se aplica
Piscinas com acesso à água, quando o ruído do ambiente e a instalação permitem a escuta.
Evidência produzida
Registro dos pontos e dispositivos escutados e das diferenças de sinal observadas, indicando onde concentrar os testes no circuito ou na estrutura.
Limites
O resultado depende do ruído e da instalação. Ausência de sinal não exclui vazamento: o trecho segue para outros testes.

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Ilustração de uma piscina em corte com sensor submerso perto do retorno e do ralo de fundo
Imagem ilustrativa: esquema do método, não é resultado de ensaio.
Técnico da Veloz segurando aparelho e cabo de hidrofone em uma piscina.
Técnico da Veloz com hidrofone em piscina: exemplo do método. A investigação não dispensa abertura quando ela for necessária.

Da evidência à decisão

Os métodos servem a três decisões práticas, registradas no RELATÓRIO TÉCNICO.

  1. Onde investigar

    Os sinais, o histórico de consumo ou de nível, o tipo de instalação e os acessos definem por onde começar e quais recursos fazem sentido.

  2. Como delimitar o trecho

    Testes por setor reduzem a área investigada; escuta, imagem térmica e medições apontam a região com maior evidência de perda.

  3. O que registrar no RELATÓRIO TÉCNICO

    Procedimentos realizados, achados, registros, limitações e próximos passos, separando o que foi constatado do que ainda depende de abertura ou nova verificação.

Responsável técnico: Genilson Ramos – Técnico em Edificações

Não sabe qual método se aplica?

Você não precisa escolher o equipamento. Informe a cidade, o tipo de imóvel ou instalação e o que você observou; a investigação é planejada a partir daí.

Atendimento por tipo de imóvel

Antes da visita: o que você pode observar

Cobertura: atendemos solicitações de todo Mato Grosso. A avaliação e o atendimento são organizados conforme a cidade, a necessidade e a agenda.

WhatsApp do atendimento: (65) 99814-0823

A mensagem será aberta no WhatsApp para você revisar e enviar.

Perguntas frequentes

Não. A combinação depende da instalação, dos sinais e do acesso. Em alguns casos um teste por setor já orienta a próxima etapa; em outros, são necessários vários recursos.
A investigação delimita a região ou o trecho com maior evidência de perda. Em redes enterradas ou encobertas, a confirmação visual do ponto depende da exposição da tubulação. O RELATÓRIO TÉCNICO diferencia as evidências obtidas das verificações ainda necessárias.
A câmera registra em imagem a temperatura da superfície; o medidor mede a umidade do material em pontos. Uma ajuda a escolher onde medir, o outro delimita a área afetada. Nenhum dos dois, sozinho, define a origem da água.
Plantas e projetos ajudam a planejar. Sem eles, a equipe busca reconhecer o trajeto em campo; trechos sem acesso ou sem confirmação ficam registrados como limitações e podem exigir verificações adicionais.
O escopo é definido na proposta. O diagnóstico compreende a investigação e o registro dos achados. Reparos da tubulação, recomposição de piso ou pavimento e retornos para nova verificação precisam estar expressamente previstos no escopo contratado.
Um RELATÓRIO TÉCNICO, conforme a proposta, com procedimentos realizados, achados, limitações, registros fotográficos e encaminhamentos. Responsável técnico: Genilson Ramos – Técnico em Edificações.

Descreva os sinais e receba a orientação para a avaliação

Informe a cidade, o tipo de imóvel ou instalação e o que você observou.

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